Maurílio Biagi Filho sugere indicação de Leontino Balbo para Prêmio Internacional por trabalho de agricultura sustentável
Ideia foi lançada no 8º Fórum Lide de Agronegócios na presença de lideranças do setor e representantes do Governo Federal
Durante o 8º Fórum Lide de Agronegócios, realizado em Ribeirão Preto (SP) no último dia 4 de outubro, o empresário Maurílio Biagi Filho, CEO do Grupo Maubisa, enfatizou a importância de uma comunicação mais eficaz no setor. “Temos que parar de reclamar e agir. No Brasil, se produz mais de um bilhão de toneladas de produtos como = soja, milho cana, café, carnes, laranja, alface... se um real por tonelada fosse destinado à Comunicação e Marketing, merchandising ou lobby, teríamos 1 bilhão de reais para investir. O resto é conversa de quem não quer resolver”, afirmou durante a abertura do evento.
A melhoria da comunicação e imagem do agronegócio interna e externamente foi o tema mais defendido pelos participantes que enfatizaram que o agronegócio não é vilão e para vencer essa guerra de narrativas, os produtores têm que ocupar seu espaço como protagonistas da preservação ambiental e da sustentabilidade.
Para dar início e subsidiar esta campanha de comunicação, após consultar as lideranças presentes e os organizadores do evento, Biagi, quebrou o protocolo para lançar a ideia de indicar Leontino Balbo, diretor do Grupo Balbo, detentor da marca Native, para o “Prêmio Nobel de Agricultura”.
“O trabalho desenvolvido pelo Grupo Balbo é o maior e mais extenso projeto de agricultura sustentável em larga escala que conheço. Recentemente, junto com outras empresas, lançou uma iniciativa para proteger e restaurar a biodiversidade em suas cadeias de suprimentos e portfólios de produtos. Essa coalizão - denominada “One Planet Business for Biodiversity”- foi formalmente lançada no palco da Cúpula de Ação Climática das Nações Unidas. Sabemos que é possível fazer uma agricultura regenerativa de alta produtividade e temos que divulgar isso com ênfase para todo o mundo. O Grupo Balbo há mais de 30 anos realiza esse tipo de trabalho e tem 20 mil hectares de agricultura orgânica certificada”, justifica o empresário.
